Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai

Marcos Panissa matou ex-esposa em Londrina Maurício Ferraz/TV Globo Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa Fernanda Estr...

Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai
Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai (Foto: Reprodução)

Marcos Panissa matou ex-esposa em Londrina Maurício Ferraz/TV Globo Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15) em Assunção, no Paraguai. Ainda não há informações sobre as circunstância da prisão, nem quando ele deve ser enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad). ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Crime que chocou Londrina completa 30 anos sem autor cumprir a pena O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21. Marcos foi julgado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas os advogados recorreram. Panissa passou a responder ao processo em liberdade. No dia marcado para o terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao tribunal, teve a prisão preventiva decretada e, desde então, estava foragido. Em 2008, uma nova sessão do Tribunal do Júri foi convocada após uma mudança na lei, que permitiu o julgamento à revelia. Com a alteração, não é mais necessária a presença do réu em plenário do Júri para que o julgamento possa ser realizado. Naquele julgamento, ele foi condenado a 21 anos e 6 meses de prisão. A pena não havia começado a ser cumprida porque ele não foi localizado. Em 2018, a juíza Elisabeth Khater destacou no processo que, se Panissa não fosse encontrado até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso. A juíza pediu, na época, para que a Interpol prorrogasse a validade do alerta na Difusão Vermelha – ferramenta de cooperação policial internacional que ajuda a localizar pessoas procuradas pela Justiça para fins de extradição. Leia também: Impasse: Produtores vivem há 14 anos sob incerteza se moram em área com petróleo PMs amigos que trocaram tiros: Desabafo entre esposas deu início à confusão Árvore centenária: Oliveiras contrabandeadas seriam levadas para o interior de SP VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

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